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desonestos:

“Eu gosto dos clichês. Da mensagem de bom dia, de surpresas bobas, de ligações inesperadas. Gosto daquelas coisinhas que ficam esquecidas depois do tempo, que a gente vai deixando de dar atenção, importância. Gosto dos detalhes, das bobeirinhas, dos carinhos, das declarações, dos abraços. Gosto do que mantém a chama acesa.”

Gabriela Freitas. 


desalentou:

“Não, você não me entende. Ninguém me entende. Eu sou complicado demais para ser entendido, às vezes nem eu mesmo me entendo. E tá pra nascer alguém que consiga isso.”

O diário de Benjamin.


voltou:

“Eu ouvi. Doeu. Fingi que tudo bem. Mas depois chorei.”

Caio Fernando de Abreu.  


cafetizando:

“O cliche é um cliche por uma razão: reconforta.”

— How I met your mothet


desajustou:

“Tudo aqui é intenso. Do amor ao desprezo, sempre sinto muito.”

Não se enrola, não! 


“Queria saber se algum dia a gente vai poder se falar de verdade. Sem acabar entrando um clima no meio. Sem lembrancinhas sobre o passado que acabem cortando o assunto. Sem provocações, sem terminar em putaria. Sem comentários com terceiras intenções. Só eu e você.”
~ Vinícius Kretek. (via quoteografa)

pundonor:

“Eu dei às pessoas erradas as partes certas de mim.”

L.E



“Chegou há um ponto que parou de doer; parou de sangrar; parei de lamentar; parei de chorar; parei de sentir; parei de olhar para trás; parei de me importar.”
~ Ilusões de Esther. (via adesejar)

superastes:

“Você não a amava. Você só não queria ficar sozinho, ou talvez ela era boa para o seu ego, ou talvez ela te fazia sentir melhor sobre a sua vida miserável, mas você não a amava, porque não se destrói a pessoa que ama.”

Callie Torres.  (via importunarei)